sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Perrengues com outros idiomas, o que fazer?



Húngaro parece "grego"...rs

Você não precisa sair do Brasil para passar algum sufoco em outro idioma. É só ser abordado por algum gringo em um banco, um supermercado ou no metrô que já dá pra passar por situações, no mínimo, engraçadas. 

Se estiver em outro país, em um ponto turístico ou no aeroporto é mais fácil achar um folheto em algum idioma que você entenda ou encontrar alguém que possa tirar sua dúvida ou ajudar com mais facilidade. 

Em algumas situações você percebe que basta boa vontade e desenvoltura da pessoa pra explicar caminhos sem falar nenhuma palavra do seu idioma. E vice-versa.

No ano passado estava procurando uma rua na Cracóvia, na Polônia. Perguntei em inglês pra um senhorzinho e ele respondeu algo como: - Popolski (imagino que tenha sido "só falo polonês"). Mostrei o endereço por escrito, ele abriu um sorriso e me explicou em polonês, fazendo gestos com as mãos. Encontrei a rua e deu tudo certo.

Lembro de uma situação em que precisei mudar um voo da minha mãe pra irmos juntas e no aeroporto perguntei em inglês, a atendente da cia aérea me respondeu em espanhol e, no fim, consegui resolver o problema.

Quando você viaja pra algum lugar não tem "obrigação" de falar a língua local, mas poderá será melhor recebido se as pessoas perceberem o seu empenho em falar "bom dia", "obrigado" e "desculpe" no idioma delas.

Outro cuidado a ser tomado: sempre pode ter alguém que fala o seu idioma sem você notar. 

Uma vez estava em uma loja de cosméticos em Israel e, ao ver um banner com a foto de um cara bem bonito, perguntei pra minha amiga: - Se eu comprar o hidratante o moço da foto vem junto? Nisso um vendedor começou a dar muita risada e eu vi que ele tinha entendido o que falei. Fiquei roxa de vergonha e o vendedor me disse que a mãe dele era brasileira. 

Em outra situação fiquei em uma saia-justa por não falar alemão. Estava em um quiosque em Viena, na Áustria, e fui pedir um hot-dog. Perguntei o preço em inglês e repeti: - Seven? O atendente pensou que eu queria 7 hot-dogs e, no fim, me fez pagar por todos. Ainda bem que estávamos em um grupo e ninguém ficou no prejuízo. Depois entrei na fila pra comprar um refrigerante pra uma pessoa do grupo e o moço se desculpou pelo mal-entendido. 

A dica de ouro é: independente do idioma, se puder ajudar alguém faça de boa vontade, afinal, o próximo a precisar de um help pode ser você. :)






sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Lista: 10 aprendizados de uma viagem

Por onde eu começo? :)
Em uma viagem muitas vezes você só aprende na prática. A lista poderia ser bem maior, mas limitei a 10 lições. Fique à vontade para completar... ;)

1) Dinheiro 
Ter cartão de crédito e débito internacional porque, além de usar para pagar despesas e/ou algum imprevisto, você também pode sacar dinheiro na moeda local (pagando taxas).

2) Tempo
Mesmo lendo sobre o destino muitas vezes você só vai perceber se ficou pouco ou muito tempo em algum lugar quando estiver lá. Por isso, não se cobre tanto.

3) Stress
Se algo der muuuuuito errado não se estresse, tente aprender com a situação e levar na esportiva. Afinal, você não sabe se estará nesse lugar outra vez ou quando será a próxima viagem.

4) Água e comida
Se for para se aventurar na gastronomia de outra cidade ou país é bom tomar alguns cuidados. Se tiver alergia a algo é bom não abusar para evitar uma intoxicação. Em alguns países é super comum tomar água da torneira, mas o ideal é se informar antes se é própria para o consumo e levar uma garrafinha.

5) Flexibilidade
Se você se programou para visitar cinco pontos turísticos no mesmo dia e só conseguiu fazer dois não se irrite, ainda que não tenha mais tempo hábil de zerar a lista. Priorize o que for fundamental e aproveite ao máximo o que der.

6) Limites
Vale pra tudo: físico, financeiro, tempo. Seja compreensivo(a) consigo mesmo(a) e com quem estiver com você.

7) Amizades
Viajar com amigos é muito bom, mas também é um teste de paciência, companheirismo e cumplicidade. Independente de estar com amigos ou não, dê oportunidade para conhecer outras pessoas, culturas e costumes.

8) Bom-humor
Ainda que esteja irritado(a), contrariado(a), sorria. :) Uma viagem se torna muito pesada e desagradável quando as pessoas não estão satisfeitas com nada e só reclamam.

9) Pesquisa e planejamento
Nem sempre dá tempo de procurar pontos turísticos antes ou de juntar todo o dinheiro necessário, mas é fundamental que você se organize para aproveitar melhor o destino escolhido.

10) Gratidão
Uma viagem é única e transformadora, independente do lugar ou do valor investido. Agradeça pela privilégio de conhecer lugares e pessoas diferentes. 




sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Voo de balão com emoção em Boituva, no interior de São Paulo

Voamos de balão com a Equipe Chico Balonismo, em 2013
Em novembro de 2013, um grupo de amigos decidiu que iria saltar de paraquedas, em Boituva, interior de São Paulo. Como me faltava essa coragem, organizei um passeio de balão com aqueles que só iam para "olhar". 

Saímos de madrugada de São Paulo em dois carros e chegamos em cima da hora, às 6h15, o que atrasou um pouco o voo. Como estava faltando gente convenci minha mãe a ir de última hora. Foi tudo lindo e maravilhoso até a descida...rs

Por conta do atraso, o Sol estava mais forte e o vento também, fazendo com que o baloeiro fizesse uma manobra mais radical para descer: o cesto do balão bateu na copa de uma árvore e virou quando chegou no chão, fazendo com que eu e mais quatro pessoas caíssemos em cima da minha mãe. 

A câmera dela quebrou (mas naquele mesmo ano dei outra de presente no Natal) e precisou ficar uma semana com tala porque a mão dela trincou... :(

No fim do passeio tomamos café da manhã e passamos o dia na piscina, fazendo churrasco e esperando os amigos saltarem de paraquedas. 

Independente desse imprevisto, super recomendo voar de balão, mas a minha dica seria reservar uma pousada e ir no dia anterior, porque foi bem cansativo acordar cedo e dirigir cerca de 120 km.

Também indico a Equipe Chico, que é super experiente e profissional: http://equipechico.com.br/. 

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O dia em que aprendi a diferença entre "puxe" e "empurre" em inglês ao ser salva por um professor de esqui, em Whistler

Por providência divina conheci o Jay, um professor de esqui que estava de folga no mesmo dia em que fui esquiar 
Em 2007 fui estudar inglês em Vancouver, no Canadá, durante minhas férias. Como viajei para outros lugares quando meus amigos da escola foram esquiar, decidi ir em um dia da semana sozinha.

Quando cheguei em Whistler aluguei o equipamento e fui comprar o ingresso pra estação de esqui. Perguntei onde era o local dos iniciantes e tive a primeira surpresa: com a chegada do verão já não havia neve nas pistas mais fáceis. O jeito era, então, ir até os lugares mais altos.

Coloquei as botas e subi no teleférico. Quando desci caí na mesma hora e tive de abaixar pra não ser atingida pela cadeirinha seguinte. Naquela época os teleféricos só subiam, a única forma de descer era esquiando (ou rolando). Na época, a infraestrutura não era tão grande (as Olimpíadas de Inverno só aconteceram lá em 2010).

No segundo teleférico conheci o Jay, um professor de esqui que aproveitou o dia de folga para esquiar. Graças a Deus e a ele sobrevivi à minha primeira e única experiência esquiando porque, quando chegamos lá em cima, olhei nas beiradas da montanha e só havia uma fita zebrada indicando para não ultrapassar. 

Via crianças e adolescentes descendo na maior velocidade e eu lá, toda receosa e sem saber direito como evitar de me machucar.

Nos lugares mais perigosos parecia desenho animado: o Jay pegou os quatro bastões, pediu pra eu apoiar e foi descendo de costas, praticamente dançando uma valsa comigo. Se estivesse sozinha, certamente teria tirado o equipamento e descido sentada...rs

Naquele dia eu finalmente aprendi a diferença entre "push" e "pull", empurre e puxe em inglês. Ele falou "push your knees" (empurre os joelhos) e eu fiquei pensando: - É pra empurrar ou puxar? E caí, até que finalmente entendi a dinâmica e encarei a aventura até o final. :)



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A emoção de assistir ao Brasil no estádio em um jogo pelas Olimpíadas

Jogo entre Brasil e Canadá pela medalha de bronze, na Arena Corinthians
Já tinha assistido a jogos em estádio, mas nunca pelas Olimpíadas. Na última sexta (19/8), fui com a minha mãe na Arena Corinthians para acompanhar a disputa do futebol feminino entre Brasil e Canadá pela medalha de bronze. Foi uma experiência incrível e inesquecível!!!

Independente do Brasil ter perdido por 2 a 1, aproveitei cada segundo! 

Já dava pra sentir o clima no metrô, com todo mundo uniformizado a caminho do jogo. Famílias inteiras com crianças de colo, jovens e idosos na expectativa para torcer pelo técnico Vadão, por Marta, Cristiane e todo o time feminino.

Pegamos o trem expresso que sai da estação da Luz e vai direto para Corinthians-Itaquera, em 38 minutos (o trecho convencional demora 50 minutos). Chegamos 20 minutos antes mas, até entrar na Arena, já dava pra ouvir o Hino Nacional brasileiro.

A partida estava bem animada até que o Canadá fez o primeiro gol. A torcida não desanimou e gritava "zika" toda vez que a goleira canadense tocava na bola, animava as brasileiras com "eu acredito" e fazia "ola". No intervalo teve até dancinha do mascote Vinicius...rs

No segundo tempo as canadenses pareciam mais confortáveis em campo. A minha sensação foi de que a seleção brasileira ainda não tinha se recuperado do baque de perder para a Suécia nos pênaltis alguns dias antes.

Quando o Brasil marcou o primeiro gol aos 33 minutos a torcida foi ao delírio! A adrenalina foi tão grande que eu fiquei pilhada até depois do jogo. Mas, infelizmente, não deu tempo de empatar e ir para a prorrogação. Deu vontade de abraçar uma por uma.

O clima foi de apoio até o fim. Fiquei preocupada da torcida vaiar as canadenses, mas elas foram aplaudidas e ficou tudo certo.

A organização estava impecável: limpeza, policiamento e informações ao público.

Daqui a quatro anos tem mais e em setembro vamos torcer muito pelo Brasil nas Paralimpíadas! :)






sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Restaurante com fogão a lenha da Fazenda Água da Capoeira, em Santo Antônio dos Pinhais (SP)

Não foi possível manter a linha na hora da sobremesa... :)
Uma vez estava em Campos do Jordão (SP) e resolvi sair "sem rumo" para encontrar um restaurante. Ao passar por Santo Antônio do Pinhal, na Serra da Mantiqueira, vi uma placa para a "Fazenda Água da Capoeira" (FAC) e decidi parar. Foi uma ótima surpresa! 

É um programa para fazer sem pressa, para aproveitar com amigos ou com toda a família. 

Além da comida do restaurante ser maravilhosa, feita no fogão a lenha, a fazenda oferece outros atrativos: dá pra andar a cavalo, colher e comprar frutas como pêssego, figo, caqui e lima da pérsia do pomar, tirar uma soneca no redário após o almoço, visitar a mini-fazendinha e andar de quadriciclo.

Também é possível se hospedar no local, na Casa da Fazenda. Informações pelo tel. (12) 99748-6173 ou pousada.acasadafazenda@gmail.com.

Além dos visitantes eles recebem, ainda, alunos de escolas para turismo rural pedagógico. A FAC existe há mais de 20 anos e fica aberta ao público aos sábados, domingos e feriados das 11h às 17h (em julho também abre às quintas e sextas-feiras).

Fazenda Água da Capoeira (FAC)
Tel. (12) 99159-4542
Rua Benedito Hugo de Barros – Km 2,5 – Bairro do Rio Preto
Santo Antônio do Pinhal - SP
A 35km de Campos do Jordão ou aprox. 180km de São Paulo


sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Fomos conhecer o Dinner Show do Burlesque Paris 6 by Night em primeira mão!


Cena do espetáculo "Banquete", da nova casa de shows Burlesque Paris 6 by Night

O blog Luau in the Sky recebeu seu primeiro convite, eeeee!!! :)

Fomos conferir o soft opening do espaço Burlesque Paris 6 by Night, com o espetáculo "Banquete". 

Inspirado em casas de shows e cabarets ao redor do mundo, o espaço propõe o conceito de entretenimento 360º, com dinner show: música, gastronomia, dança, circo e ilusionismo. 

Podemos dizer que, em pequena escala, é uma mistura de Moulin Rouge com Cirque du Soleil. Alguns artistas já tiveram passagem pelo Cirque, inclusive...

O show dura 2h30 e é dividido entre:
- Recepção (servem bebidas e a entrada)
- 1ª parte do show
- Prato principal
- 2ª parte do show
- Sobremesa
- Encerramento


                                                     


O cardápio varia conforme a estação do ano, confira aqui. Experimentamos uma salada caprese com vou-le-vant de queijo, medalhão ao molho gorgonzola e batata gratin, e como sobremesa um creme de manga com morango e kiwi, além de um bolo recheado com doce de leite e cobertura de "bicho de pé". O jantar estava divino!

O figurino é impecável e o espetáculo é cheio de surpresas. O contexto do show é um banquete oferecido por um milionário no casamento de sua filha aos convidados (plateia). 

Uma artista super talentosa rouba a cena: a anã Priscila Menuci, que participa em vários momentos, com performances que variam entre o sensual e a comédia. Dois garçons anões também foram contratados recentemente para transitar entre os clientes durante o show. 

O Burlesque fica na rua Augusta, nº 2809, entre a Oscar Freire e a Estados Unidos, ao lado do Teatro Procópio Ferreira.

A classificação é de 14 anos e a produção geral é de Sandro Chaim, da Chaim Produções, com criação, direção e coreografia de Maicon Clenk, produção executiva de Ed Moraes e assistência de direção de Anisha Zevalos.

A casa abre oficialmente ao público no dia 19 de agosto. De quinta a sábado, às 21h, e domingo às 19h (chegar com 30 minutos de antecedência). Os ingressos já estão disponíveis para compra pelo site da Ingresso Rápido.