sexta-feira, 17 de junho de 2016

O que gosto de comprar em viagens

AMO feirinhas, mesmo se for só pra olhar e não comprar nada 
Quando comecei a viajar com uma certa frequência criei alguns hábitos de compras que, ao longo do tempo, foram mudando ou sendo aperfeiçoados.

Comprava vários cartões postais, fazia coleção de ímãs de geladeira e de chaveiros. Hoje em dia troquei esses itens por: brincos, chá e pashminas...rs 

Também costumo comprar sabonetes artesanais, bala de gelatina, chocolate e chiclete. 

Pra mim é uma forma de voltar no tempo e relembrar os momentos mais bacanas da viagem e alimentar a minha memória afetiva, também composta por cores, sabores e sons. 

Sempre que viajo gosto de conhecer os mercados municipais e as feirinhas de artesanato, um verdadeiro paraíso para conhecer comidas típicas e tendências que, às vezes, não combinam com o nosso estilo. Mas gosto não se discute, certo? ;)




sexta-feira, 10 de junho de 2016

Os cenários de filmes da Nova Zelândia

Parece fake de tão perfeito, mas é real...
Em 2014 fui para a Austrália e para a Nova Zelândia com a minha amiga Sibelle Freitas. Foi uma viagem maravilhosa, tanto pelos lugares que visitamos quanto pelas pessoas que encontramos. 

Além de ser cenário de filmes como "As Crônicas de Nárnia", "Senhor dos Anéis" e "Hobbit", a Nova Zelândia tem mais ovelhas do que pessoas (4,471 milhões de habitantes), paisagens surreais, muito a descobrir da cultura Maori e kiwis para se comer com colher. 

Uma cena muito comum é você encontrar algo sendo vendido (ex. frutas) com uma caixinha para você pagar e pegar o troco, sem ninguém tomando conta. Deve ser por isso que é um dos países com menor taxa de corrupção do mundo.

As belezas naturais impressionam tanto que usar filtros para as fotos se torna desnecessário... :) Conhecemos Tauranga, Coromandel, Rotorua, Auckland e Queenstown.

Tivemos a oportunidade de visitar uma Marai, uma espécie de Centro de Convivência Maori, onde eles se reúnem para casamentos, funerais, refeições, danças etc. A cultura deles é oral, cada desenho, pintura e escultura tem um significado. Você só pode entrar se for convidado(a), então para nós realmente foi muito especial tirar os sapatos e conhecer um pouco mais das histórias e tradições desse povo.

Espero poder voltar um dia e super recomendo a visita!





sexta-feira, 3 de junho de 2016

Esportes radicais (ou quase) nos Alpes Suíços



Snake Board em Titlis, nos Alpes Suíços
Em 2012 fiz uma viagem bem bacana pela Europa. Comecei sozinha pela Irlanda, Escócia, Suíça e, depois, encontrei alguns amigos na Itália, seguindo para Hungria e França.

Na Suíça passei por Zurique, Genebra e Lucerna, de onde saí para fazer dois passeios imperdíveis pelos Alpes Suíços: Monte Pilatus e Titlis.

Em Titlis dá pra esquiar, fazer snake board, andar de teleférico e ter uma das vistas mais deslumbrantes do mundo. Sério. Fiz snake board e admirei a paisagem, além de fazer fotos com estranhos (se ainda não leu esse post, clique aqui)...rs

Já em Pilatus você pode escolher entre alguns esportes bem radicais como arvorismo, tirolesa, trilhas, mountain bike, tobogã com carrinho de rolimã e a aventura de subir 4.618m por um trem alpino beeem inclinado.

Tomei coragem e fui em um primeiro tobogã curtinho, deu até pra fazer um vídeo. Depois fui mais ousada e me arrisquei na maior pista de carrinho de rolimã da Suíça, com quase 1,5km. Por ser mais radical, eles não permitem câmera durante o percurso e nem dois adultos ou duas crianças por carrinho. A pista é de aço e você é quem controla a velocidade.  :)

Super recomendo a experiência!













sexta-feira, 27 de maio de 2016

O voo de helicóptero pelos Doze Apóstolos, na Austrália


Vista aérea dos Doze Apóstolos, em Port Campbell, na Austrália
Em 2014 fui para a Austrália e fiquei encantada com as belezas naturais.
Fiz uma excursão para conhecer a estrada mais sensacional do país: a Great Ocean Road.
 
De última hora resolvi fazer um passeio de helicóptero para ver os Doze Apóstolos, um conjunto de formações rochosas que fica a 230km de Melbourne, em Port Campbell. Não lembro quanto paguei, mas sei que foi mais barato do que voar de helicóptero em São Paulo (cerca de R$ 450,00).
 
Enquanto minha vez, comecei a conversar com um coreano. Quando disse que era brasileira, ele falou: "Uau, nunca tinha visto alguém do Brasil antes". Me senti uma arara azul. :) 
 
Foi uma experiência única e não deu medo! 
 
Gravei o último minuto do voo:




sexta-feira, 20 de maio de 2016

O dilema das encomendas dos amigos e parentes

Não é nada pessoal, mas bom senso não é universal e, muitas vezes, é algo que precisamos aprender e/ou ensinar. Não estou dizendo que é errado pedir algo quando alguém vai viajar, eu mesma já fiz isso, mas é bom seguir algumas regras:

1) A sua intimidade com quem vai viajar - existe muita gente sem noção que nem te conhece direito e pede pra você trazer mundos e fundos. Se um "conhecido" seu vai viajar, #ficadica: não peça nada. ;)

2) O propósito e o tempo da viagem - mesmo que a pessoa faça uma viagem com o objetivo de fazer compras, é importante lembrar que ela já tem a sua própria lista e nem sempre será possível fazer um maratona pra encontrar o que você pediu. Se a viagem for para passear, não faz o menor sentido o viajante parar o que estiver fazendo pra correr atrás de encomendas. 

3) O espaço na mala - se todo mundo pensar "mas é só um creme (ou blusa, ou perfume, ou ___________)" e a pessoa se dispuser a trazer, não vai sobrar espaço para mais nada...rs

4) A facilidade de encontrar - itens muito específicos demandam tempo para serem achados e comprados. Se for pra pedir algo, compre pela internet e peça pra entregar na casa/hotel de quem vai viajar. Ou, então, peça algo que seja bem fácil, como um item do Duty Free.

5) O valor da encomenda - viagens internacionais têm limite de valor por pessoa. Não queira pedir algo que chegue perto ou ultrapasse a cota individual de quem está viajando (um iPhone ou uma câmera digital pode facilmente exceder o valor de 300 ou 500 dólares).

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Estou sem a câmera, e agora?


Lembro de uma vez que estava no Rio de Janeiro e fui na Penha, mas acabei não levando a câmera fotográfica e não pude registrar a vista da cidade lá de cima. 

Em outra ocasião, estava em São Paulo e fui acompanhar uma pauta com uma equipe do Fantástico (TV Globo), no Museu do Ipiranga. Subi no telhado e só pude guardar na memória aquela paisagem deslumbrante dos jardins, das fontes e do chafariz porque, na época, os celulares não tinham câmera.

Outras situações possíveis e que já aconteceram comigo: você estar com a câmera mas sem o carregador ou ela cair e quebrar. :(

Além de ficar triste, o que fazer? Usar a câmera do celular ou do tablet, comprar uma câmera descartável, pedir para alguém fazer a foto pra você (mas se a pessoa não te mandar depois não adianta nada...rs) ou ficar com o registro mental, mesmo.

Tenho paisagens incríveis na memória e que, infelizmente, não dá para compartilhar. Talvez, por isso, elas sejam inesquecíveis. 

sexta-feira, 6 de maio de 2016

A primeira viagem internacional a gente nunca esquece





Quando fiz 15 anos minha mãe perguntou se eu queria festa ou viagem e escolhi viagem. Então fomos para Cancún, no México, por uma semana. Foi a primeira vez que saí do Brasil e lembro até hoje da alegria e do friozinho na barriga que senti.

Dava pra perceber que a cidade tinha sido projetada para o turismo mas, mesmo assim, foi impossível não me encantar com a cor do mar, os sítios arqueológicos, os parques, tudo tão diferente, colorido e apimentado. Até a comida sem pimenta era apimentada. :)

Os passeios foram incríveis: as praias de Cancún, Playa del Carmen, Chichen Itza e Cozumel.

Na época ficamos sabendo que o Tom Cruise estava hospedado no hotel ao lado e, mesmo sem ter encontrado com ele, fiquei pensando que nunca tinha chegado tão perto de um astro de Hollywood!ahaha

Foi a primeira vez que entrei no Planet Hollywood e no Hard Rock Café, que eram lugares super famosos e descolados. Se você não faz ideia do que estou falando, deixe pra lá...rs

Em janeiro desse ano fizemos uma escala em Cancún bem rápida, mas deu pra sentir o clima (quente!) e relembrar a viagem de duas décadas atrás.